domingo, 14 de julho de 2013

A cidade que não cabe numa folha de papel


A cidade que não cabe numa folha de pepel. 

Escrita no dia 02/03/2012. Aula do professor Vitor Gouveia (Português) Trabalho sobre uma "Fotografia" de uma cidade.


Á alguns anos, havia um lugar muito grande, Porém esse lugar não tinha nada, era um grande campo, muito bonito, cheio de flores e árvores. Nesse lugar chegaram alguns homens, que ali construíram uma fábrica, mas, como aquele lugar era só uma grande campo, eles decidiram fazer um porto, para mandar suas mercadorias para o exterior. Este porto logo ficou pronto, e passou a levar as mercadorias para lugares bem distantes. mas eles notaram que ficar no meio do nada iria fazer mal aos negócios, então eles começaram a construir uma cidade. Primeiro fizeram um conjunto de casas, e as construíram, e valorizaram muito todas as casas! Depois construíram um shopping para poder enviar suas roupas tecidos caixas e etc. para dentro da nova cidade! Depois disso eles começaram a construir escolas, museus, cinemas, hidrelétricas... Então, muitas pessoas se mudaram para a nova cidade. Logo a cidade ficou tão grande que a fabrica teve que se mudar novamente, e a cidade passou a não caber numa folha de papel.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Sempre à uma saída

                 Sempre à uma saída

  Acho que sou só meio incompreendida, eu canto, danço, interpreto, grito, escrevo, eu sou um talento nato.
mas todo mundo adora me criticar. Meu nome é Hanna e eu vou contar a minha versão da historia:

      Tudo começou quando eu nasci, a vida era uma delícia, uma mar de rosas. Graças a Deus eu cresci com um pai e uma mãe maravilhosos, tive tudo desde pequeninhas. Mas, no ano de oitenta e sete, meu pai deu a minha cadelinha para uma moça que morava perto da nossa casa, por meses eu chorei sentindo falta dela, Porém meu pai e minha mãe disseram que eu devia esquecer o passado para que tivesse um futuro. quando eu fiz 11 anos, meu pai e minha mãe se mudaram para Jacarepaguá, lá nos construímos uma nova realidade de vida, Eu, Briana  (Minha Irmã), Lisa (Minha Mãe), Otávio (Meu pai) e Hebert (Meu Irmão). O primeiro passo foi arranjar novas escolas. Minha irmã foi matriculada na escola Sanshes Ribeiro e eu e o Hebert fomos estudar na Escola Municipal Francis Hime, um lugar aparentemente agradável. No primeiro mês nós ficamos na mesma sala, mas depois descobriram que havia um engano na ficha do Hebert e então o trocaram de turma, um mês se passou e eu não fiz nenhum amigo. No dia primeiro de maio (Meu aniversário por sinal), Gabriel e Lola foram estudar na Francis Hime também, foi maravilho, eles eram uns amores. Logo fiquei amiga deles. Com a Lola e o Gabriel, eu vivi muitas aventuras, mas as aventuras que vivi, não foram muito boas para minha sanidade mental. Eles usavam umas paradas doidas, era um troço chamado Crack e um outro chamado Cocaína. No começo achei aquilo meio estranho, um mês depois, eu passei a matar aula para usar aquelas paradas doidas junto com os meus "amigos". Dali por diante a minha vida mudou completamente...
        Quando fiz três anos presa naquele vicio, meus pais me expulsaram de casa e eu fui morar na casa da minha tia Odete, ela tinha 68 anos e sempre tentou me ajudar. quando eu fiz 15 anos tentei melhorar, tentei ser alguém diferente, levei meus estudos mais a sério e tentei ajudar minha tia à cuidar da casa. Passei muito tempo pensando que Lisa e Otávio tinham me abandonado pra sempre, então, comecei a escrever e tentar botar pra fora tudo oque estava engasgado na minha garganta. No fim acabei percebendo que aquelas paradas que eu usei só serviram pra NADA!!  Bom que tudo acabou...
       Hoje tento viver a minha vida normalmente e sei que nunca vou esquecer aquilo que fiz aos meus 11 anos, ficou de lição pra mim, perdi toda a minha, meus amigos e minha família. Sei que não é isso que uma pessoa pensa para seu futuro. Hoje olho pra trás e vejo que tudo poderia ser diferente, agora eu só quero seguir em frente. Depois de um tempo li sobre dois jovens que morreram com overdose de heroína, você pode não acreditar, mas eram eles, Gabriel e Lola. quando terminei de ler, eu comecei a imaginar que poderiam ser três jovens contando comigo. Ufa*. Mas hoje conto o Fato#  Eu passei por tudo e estou aqui para dizer que sempre à uma saìda